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Diogo: amor, desafios e conquistas além da Síndrome de Down

  • 21 de mar.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 23 de mar.

Um relato real sobre medo, aprendizado e a força de uma mãe que escolheu acreditar no potencial do filho todos os dias.


21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down


O Dia Internacional da Síndrome de Down foi criado para conscientizar a sociedade sobre a importância da inclusão, do respeito e das oportunidades para pessoas com a síndrome. A data (21/03) representa a trissomia do cromossomo 21, característica genética que dá origem à Síndrome de Down.


Mais do que falar sobre diagnósticos, este é um dia para dar voz às famílias, compartilhar vivências reais e reforçar que cada pessoa com Síndrome de Down é única, com seu próprio ritmo, potencial e história. A informação, o acesso às terapias e, principalmente, o apoio familiar fazem toda a diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida dessas crianças.


Hoje, convidamos você a conhecer o relato da Elaine, mãe do Diogo, que compartilha sua jornada com amor, dúvidas, descobertas e aprendizados.


Eu me chamo Elaine, tenho 47 anos, e sou mãe de 3 meninos.  Nicolas de 13 anos , Felipi de 10 anos e Diogo de 3 anos, com síndrome de Down.
Quando o Diogo nasceu, fiquei preocupada e me perguntei será que vou conseguir?, será que serei uma boa mãe? Eu o amo muito, mas tenho medo do futuro, de como a sociedade irá recebe-lo. Quando nasceu, ele chorou apenas na sala de parto e depois não mais , fiquei preocupada pois as outras crianças choravam e o Diogo não. Quando entrou a pediatra perguntei porque ele não chorava, ela olhou pra mim e disse mãe, eles são "calminhos e "mais molinhos", é assim mesmo... Não entendia, porque para mim, era tudo novo. No outro dia, conversei com outra pediatra e fiz a mesma pergunta por que ele não chora?. Ela me disse: "fique calma, eles são mais tranquilos, mas o desenvolvimento dele vai depender de você e da família , de trata-lo normal, sem regalias, por causa da síndrome de Down, então mãe corre atrás de tudo que lhe disserem que é bom para o desenvolvimento dele Eu me agarrei no que a segunda pediatra falou e fui estudar sobre o assunto, ler mais, me informar e correr atrás das terapias. Hoje posso dizer que o Diogo quem nos ensina , aprendi a ter paciência e saber esperar. E te falo, as vitórias do seu filho, as conquistas dele vai depender de você mãe, você pai, da família, em acreditar que eles podem , conseguem e podem ser o que quiserem ser, porque diagnóstico não define seu filho .

O relato da Elaine nos lembra que, por trás de cada diagnóstico, existe uma criança cheia de possibilidades, uma família que aprende diariamente e um amor que transforma tudo ao redor.


Neste Dia Internacional da Síndrome de Down, reforçamos a importância de olhar para além das limitações e enxergar as potencialidades. Inclusão começa com informação, mas se constrói com empatia, respeito e oportunidades reais.



Que histórias como a do Diogo inspirem mais famílias a acreditarem, mais profissionais a acolherem e mais pessoas a compreenderem que cada criança é única e capaz de escrever sua própria história.


Porque, no fim, diagnóstico não define ninguém. 🐆🩷






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