Não é escolha, é amor: a força de ser mãe atípica
- 23 de mar.
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Por: Eliane Rodrigues do Carmo Ferreira, Mãe atípica, ativista e advogada.
"Ser mãe atípica é viver em um estado constante de vigília e entrega. É carregar um luto que ninguém entende - não um luto pelo filho, mas pela facilidade que o mundo nega a ele.
É ter um coração que bate fora do peito e que, muitas vezes, precisa ser escudo contra olhares de julgamento e portas que se fecham. Enquanto o mundo celebra grandes marcos, eu celebro o sagrado das pequenas conquistas.
Minha exaustão é real, mas minha resistência é maior. Eu não sou uma super-heroina por escolha, mas por necessidade.
Aprendi que o amor não precisa de palavras para ser eloquente e que o tempo do meu filho é o único relógio que importa.
Ser mãe atípica é entender que a perfeição é uma ilusão e que a verdadeira beleza reside na autenticidade de ser quem é, sem máscaras, em um mundo que insiste em rotular o que é diferente".

Ser mãe atípica não é sobre heroísmo — é sobre amor em sua forma mais crua, real e insistente. Que possamos, como sociedade, deixar de exigir força e começar a oferecer suporte. Porque nenhuma mãe deveria lutar sozinha.
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👏👏👏 É sobre isso tirar forças de onde não temos, nos últimos anos tenho me desgastado física e emocionalmente. Tem sido difícil, mas Deus tem me sustentado.